O Mercado Público que a Capital conhece hoje está com os dias contados. Daqui a cinco meses, o espaço estará completamente repaginado, oferecendo serviços diferenciados e abrangendo uma ampla gama de produtos direcionados a todos os gostos (veja quadro acima). O novo mix do Mercado começará a ser implantado apenas no final da licitação. Mas enquanto o processo continua em andamento, a prefeitura pretende iniciar as obras de adequação. Um cronograma deve ser traçado hoje pelas secretarias de Administração, Turismo, Obras e Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano.
“O Mercado terá que ser adequado ao novo formato. Depois da assinatura do contrato dos novos concessionários, a prefeitura tem três meses para adequar os boxes. A ideia é contratar já uma empresa para fazer a reforma por módulos”, explicou Gustavo Miroski, secretário municipal de Administração.
A intenção é que os atuais comerciantes permaneçam no local até que os módulos fiquem prontos. A Prefeitura de Florianópolis determinará as áreas que precisam de mudanças e os vencedores da licitação entrarão aos poucos nos novos boxes. Entre as novidades estarão sorveterias, barbearia e livraria, além do Espaço Museológico Armazém do Mercado.
Segundo Miroski, o cronograma das obras será importante para determinar quais serão as áreas que receberão as primeiras intervenções. Isso pode acontecer antes mesmo do fim da licitação.
Hoje começa a contar o prazo para recurso das 70 empresas que não foram habilitadas para participar da licitação, conforme foi publicado no Diário Oficial do Município na sexta-feira. “Em uma semana, queremos responder os recursos. Depois abriremos os envelopes das propostas financeiras e em dois meses acreditamos que a licitação chegue ao fim”, disse o secretário.
Com o fim desse processo, uma nova licitação será aberta para concorrência aos boxes que não tiveram interessados, ou que os interessados não foram habilitados. “Não chega a dez boxes. Não queremos torná-los públicos, porque alguns tiveram interessados e eles podem entrar com recurso e concorrer”, explicou Miroski.
Comerciantes evitam falar sobre licitação
A falta de alguns nomes importantes dentro do mix atual do Mercado Público na lista de habilitados causou estranheza entre comerciantes e população. Na tarde de ontem, os atuais concessionários não queriam comentar a licitação, mesmo os que estavam habilitados.
A maioria afirmou que a escolha de não se pronunciar foi recomendação do advogado da Associação dos Comerciantes do Mercado, Cláudio Gastão da Rosa Filho. Ele foi procurado pelo Notícias do Dia, mas o telefone celular estava sempre desligado.
Aldo de Brito, que há 38 anos mantém o Bazar Brito – loja de artigos esportivos –, foi o único comerciante que se dispôs a falar. Ele foi habilitado na licitação, mas acredita que não tem chances de permanecer no Mercado. “Muitos deram lances. Acho que não tenho chance”, afirmou.
Brito disse que 12 comerciantes atuais não foram habilitados. Um deles é o Box 32, de Roberto Henrique Barreiros Silva. “Vamos ter acesso amanhã (hoje) aos documentos da prefeitura, mas vendo os documentos que enviei verifiquei que em um deles constava o nome antigo da empresa. Foi uma pendência simples que será resolvida”, explicou Barreiros.
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