A Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá já finalizou o edital do transporte coletivo. A informação foi confirmada pelo secretário da pasta Thiago França. Lembrando que o anúncio da licitação havia sido feito em outubro de 2015, com o compromisso de ser entregue em dezembro do mesmo ano. No entanto, segundo a Prefeitura, indecisões sobre o destino da obra do Veículo Leve Sobre Trilhos seriam um dos motivos pelo qual o edital estaria emperrado.
Vale ressaltar que a licitação é uma exigência do Ministério Público do Estado, que investigou a situação do transporte coletivo urbano em Cuiabá e comprovou a existência de várias irregularidades no setor. Agora, com o documento concluso e nas mãos do prefeito Mauro Mendes, a ideia é que em até 30 dias haja uma resposta, segundo o presidente da Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Arsec), Alexandre Bustamante.
“O prefeito deve publicizar o documento e certamente abrirá para uma consulta pública, afinal, é uma concessão de 20 anos”, afirmou Bustamante.
O prefeito Mauro Mendes já havia confirmado que, com a licitação em mãos, o município iria consultar o Ministério Público e o Governo do Estado para saber qual próxima passo dar. A grande indecisão que paira é em relação ao relatório da auditoria do Veículo Leve Sobre Trilhos. Os documentos finais já estão com a Secretaria de Estado de Cidades, que, até o dia 18 deve encaminhar todos os relatórios à Justiça Federal. A partir daí terá um destino certo sobre a continuidade e os prazos para a conclusão do modal.
Em entrevista anterior ao Diário de Cuiabá Mendes já havia confirmado que a licitação deve impactar na definição do modelo do VLT. “Ao terminarmos este edital, daremos o próximo passo”, disse Mendes.
O prefeito confirmou ainda que, na licitação, estará definido o aumento do número de ônibus que terão ar-condicionado. “Não 100% da frota, mas grande parte, porque isso oneraria mais os custos ao passageiro. Especialistas comprovam que teria pelo menos aumento de 20% no consumo de combustível”, afirmou.
A prefeitura alegou que o realmente emperrava a licitação do transporte era exatamente a indecisão do modal. Por isso, foi criada uma comissão junto a Secretaria de Mobilidade Urbana para realizar o estudo sobre a nova licitação e os impactos. A decisão deve ser tomada entre governo, prefeitura e sociedade.
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