A Prefeitura do Rio de Janeiro gastou cerca de R$ 233 milhões em 12 contratos firmados sem licitações durante a organização dos Jogos Olímpicos, que acontecem no mês de agosto. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.
Segundo a publicação, foram feitos contratos de contratações emergenciais de empreiteiras para a conclusão de obras que estavam atrasadas e corriam o riscio de não ficarem prontos até os Jogos. O Riourbe, órgão ligado à gestão municipal responsável por obras nas arenas onde ocorrerão as competições, estaria ligado aos contratos de maiores valores.
A construção de habitações na Vila Autódromo, obra tida como simples, também faz parte da lista de contratos feitos com a dispensa de licitações.
De acordo com a Folha, a alegação do município é de que todos os contratos foram fechados dentro da legalidade. Já a Empresa Olímpica Municipal diz que os acordos acontecerem em decorrência de "mudanças de planejamento" nas obras, que tiveram recisão de contrato com as empresas vencedoras de licitação. Tais empreiteiras não teriam cumprido os prazos estabelecidos.
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