Os relógios de rua de São Paulo ficaram desligados por quase dois meses porque a prefeitura não sabia como fazer a manutenção. Do total de 333 relógios, 140 serão religados até o final deste mês. Para os demais, ainda não há prazo.
Os relógios passaram a fazer parte do patrimônio da Emurb (Empresa Municipal de Urbanização) no acordo de renovação do contrato com a Publicrono em 2007.
A Publicrono tinha o direito de explorar a publicidade nos relógios em troca de mantê-los funcionando. O contrato venceu em dezembro de 2007 e foi prorrogado por um ano. Uma das cláusulas previa a transferência mensal de um lote de equipamentos de modo que, após um ano, todos os relógios teriam sido entregues à Emurb.
A ideia, na época, era que a manutenção fosse feita pelos técnicos da prefeitura até que o novo contrato de exploração do mobiliário urbano fosse assinado. As peças dos relógios que quebrassem seriam usadas no conserto dos demais.
O contrato acabou sendo prorrogado mais duas vezes e venceu no começo de fevereiro e os relógios foram desligados.
Segundo a Folha apurou, quando os funcionários da prefeitura foram religar os relógios descobriram que muitos deles estavam quebrados e não era possível usar as peças no conserto dos demais porque cada equipamento era de um modelo diferente.
Ou seja, a ideia de "canibalizar" os equipamentos, como os técnicos chamam esse recurso, não deu certo. A alternativa seria fazer uma licitação para comprar as peças de reposição. Mas eram tantas peças que a licitação seria inviável.
O governo decidiu, então, contratar uma empresa para consertar os relógios. A escolhida foi a Adshel, empresa do grupo da multinacional norte-americano Clear Chanel.
O contrato, no valor de R$ 48,6 mil, foi assinado na semana passada. A empresa tem até o fim deste mês para consertar 140 relógios em algumas das principais avenidas da cidade --Paulista, Juscelino Kubitschek, Radial Leste, Bandeirantes, Ricardo Jafet, Consolação, Rebouças, etc.-- e garantir que eles funcionem por pelo menos mais 90 dias. Os demais serão consertados por outra empresa ainda não definida.
Até o meio do ano a prefeitura quer reabrir a licitação para a exploração dos relógios "definitivos", que terão mensagens de orientação de trânsito e qualidade do ar, por exemplo, além de hora e temperatura. A empresa que vencer a licitação terá a incumbência de substituir os atuais relógios --no total, serão instalados até mil equipamentos, incluindo a substituição dos 333.
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