Em até oito meses, a Prefeitura de Santos espera concluir a remodelação de uma das mais tradicionais áreas do Centro histórico: a Praça da República. A licitação para a reforma do espaço foi publicada na edição eletrônica de segunda-feira (1) do Diário Oficial do Município. Os envelopes com as propostas das empresas interessadas serão abertos dia 17. Vence quem apresentar o menor valor para a intervenção da área com mais de 5,1 mil metros quadrados.
Conforme o cronograma da prefeitura, as obras no local devem ser iniciadas em até quatro meses. O prazo é baseado nos 90 dias de duração do processo de seleção da empresa e mais 30 dias para a emissão da ordem de serviço.
As intervenções estão previstas para serem executadas em quatro meses, com estimativa de conclusão da obra em fevereiro de 2020. As intervenções estão estimadas em R$ 652.480,88, verba proveniente do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios Turísticos (Dadetur).
O plano da municipalidade é de apresentar uma “conexão” entre os diversos espaços que fazem parte da praça. Isso porque, em função de alterações e ampliações ao longo do tempo, o local foi dividido em recantos não alinhados. “O projeto de reurbanização visa dar uniformidade ao logradouro, integrando os diferentes fragmentos por meio de alinhamento e nivelamento do conjunto, que será cercado por balizas de aço inoxidável”, diz, por meio de nota.
Vandalismo
A remodelação do espaço deve resolver alguns dos principais problemas no local. “Tem muito ponto (na praça) com defeito e sinais de vandalismo”, diz o desenhista Carlos Eduardo Silva. Ele alerta para a depredação de partes do monumento em homenagem a Brás Cubas, o fundador de Santos. Aliás, a peça foi a primeira a ser instalada em um espaço público da Cidade, que ocorreu em 1908. Segundo a Prefeitura, a obra de arte receberá serviços de conservação.
Contudo, as falhas no espaço vão além do vandalismo no monumento. Piso desnivelado, falta de calçamento em pontos e raízes expostas são alguns dos entraves para os frequentadores do local. Os ciclistas não contam mais com espaço para deixar as bicicletas, pois duas vagas (de um total de 10) do bicicletário são utilizáveis. Um matagal toma conta do antigo chafariz (que foi transformado em jardim) e postes estão com a fiação amostra, sem qualquer tipo de proteção.
De acordo com a administração santista, a intervenção prevê execução de novas calçadas em concreto, alterando e melhorando as condições de acessibilidade e o desenho do geométrico da praça.
A mudança prevê ainda a transferência dos estacionamentos, ponto de táxi e plataforma de embarque e desembarque de ônibus para os setores laterais da praça. Deste modo, o núcleo central “será preservado para deslocamento, descanso e contemplação, valorizando o ambiente e a funcionalidade do espaço e de seu entorno imediato”, diz a Prefeitura.
A administração diz que a reformulação não inclui alterações na iluminação, motivo de queixa dos usuários do transporte coletivo que embarcam no local
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