A Prefeitura de Rio Preto vai analisar na próxima terça-feira as propostas financeiras de duas empresas habilitadas pela administração municipal a apresentar um estudo sócio-econômico-ambiental para construção de um contorno ferroviário na cidade. As empresas que participam da concorrência pública foram convidadas por apresentarem condições técnicas para realizar o trabalho. A modalidade carta-convite é mais rápida que uma licitação e prevê contratações de até R$ 150 mil. Baseado no estudo apresentado pela empresa vencedora a Prefeitura vai decidir o que será feito com a linha férrea que corta o Centro da cidade e o local exato onde será construído o contorno ferroviário. A expectativa do secretário de Planejamento, Orlando Bolçone, é que o projeto completo para construção do contorno seja viabilizado dentro de quatro anos. “A retirada ou não dos trilhos da área central e o local para onde serão desviados os trens só serão definidos após a administração ter em mãos o estudo, que além do impacto econômico e financeiro vai verificar o impacto ambiental”, afirma Bolçone. “Com este projeto pronto será mais fácil conseguir verbas junto ao governo federal para construir o contorno.”
Estudos preliminares realizados pela Prefeitura indicam ser mais viável construir uma nova linha férrea no trecho entre Mirassol e Cedral. Assim, as composições de carga não passariam mais pela área central de Rio Preto, o que faz com que o trânsito seja interrompido para que as composições cortem a cidade. “Os estudos mostraram que o trecho Mirassol-Cedral tem menos edificações, o que torna o projeto mais viável e mais barato, mas isso não quer dizer que será a melhor solução. Só um estudo mais completo pode indicar o que é melhor para a cidade”, afirma Bolçone. Depois de ter o estudo em mãos, a Prefeitura deverá providenciar o projeto da obra, cujo custo está estimado em cerca de R$ 100 milhões. Um dos desafios anunciados pelo prefeito Valdomiro Lopes (PSB) no início do ano será transferir os terminais das empresas de combustíveis instaladas ao longo da ferrovia, nas proximidades do córrego Piedade, para evitar que as composições carregadas com combustíveis continuem a transitar na área urbana de Rio Preto.
Valdomiro tentar captar recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a execução da obra, mas para isso precisa ter um estudo que indica a viabilidade do projeto. “Queremos municiar o prefeito com um portfólio de projetos. Assim, ele poderá fazer uma busca permanente por recursos para a construção do contorno ferroviário”, diz Bolçone. Valdomiro diz ainda que um programa de segurança férrea da União pode destinar dinheiros para o empreendimento. O secretário não descarta a possibilidade da abertura de uma avenida no trecho por onde atualmente passa a linha férrea ou até mesmo a construção de um metrô de superfície, aproveitando os trilhos existentes hoje na cidade. “Queremos resolver este problema o mais rápido possível, por isso devemos iniciar a obra com o estudo, para evitar desperdício de recursos”, diz Bolçone.
29/05/2009
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