A prefeitura de Campo Grande publicou no Diário Oficial do município, desta terça-feira (20), o edital de licitação de cinco dos seis lotes em que serão divididas as obras de urbanização da avenida Ernesto Geisel e das margens e controle de enchentes do Rio Anhandui, o Parque Linear Anhandui. O orçamento inicial é de R$ 60,4 milhões.
O projeto contempla também o recapeamento da avenida Enersto Geisel numa extensão de 7 quilômetros, no trecho entre as ruas Santa Adélia e a avenida Campestre, no conjunto Aero Rancho.
As empresas terão até às 8h (de MS) do dia 19 de junho para apresentar propostas na concorrência pública, processo que se estenderá por 60 dias. A partir da assinatura da ordem de serviço, prazos de execução dos lotes um e três variam de 18 meses enquanto os lotes dois e quatro tem prazo de 30 meses e os lotes cinco e seis de 12 meses.
De acordo com a prefeitura, apenas o lote seis não foi licitado, que é o projeto da ciclovia, pista de caminhada, áreas de convivência e lazer, orçado em R$ 7,7 milhões.
O projeto total está orçado em R$ 68 milhões, sendo R$ 40 milhões recurso da União e R$ 28 milhões de contrapartida municipal.
As obras de controle de enchente estão divididas em cinco lotes. O primeiro é entre as ruas Santa Adélia e Abolição, orçado em R$ 9,8 milhões. O segundo lote é a partir da rua Abolição até a Bom Sucesso, com orçamento aproximado em R$ 16,7 milhões.
O terceiro lote está entre a Bom Sucesso e a rua do Aquário, orçado em R$ 17,7 milhões. O quarto lote, da rua do Aquário até a avenida Manoel da Costa Lima, tem preço inicial de R$ 17,7 milhões. O quinto lote está demarcado a partir da rua Aquário até a avenida Campestre, orçado inicialmente em R$ 5 milhões.
O projeto prevê a construção de muros laterais com placas de concreto e sistema ‘gabião’, que permitirá a drenagem e a urbanização com grama, no trecho entre a rua Santa Adélia e a avenida Manoel da Costa Lima. Deste ponto até a avenida Campestre, deve ser executado um serviço de controle de água no canal, com escadarias, dissipadores e obras pontuais nos locais que recebem as águas da chuva que desce, dos bairros localizados nas duas margens.
Segundo a prefeitura, os dissipadores, espécie de degraus colocados no leito do rio, são necessários para reduzir a velocidade da água e facilitar o escoamento. Está prevista ainda correção no sistema de drenagem ao longo do rio para evitar enchentes.
A prefeitura pretende não concretar o fundo do rio para não afetar a biodiversidade e, além disso, serão instalados travessões a cada 20 metros para evitar erosão e manter o leito estabilizado. Na avenida Enersto Geisel, em todo o trecho onde haverá intervenção, serão instalados guard rails para evitar queda de veículos.
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