A Prefeitura de Maringá-PR abriu uma licitação para a contratação de até 10 caminhões compactadores para a coleta de lixo com a mão de obra inclusa. O secretário de Serviços Públicos, Dorvalino Lopes de Macedo, esclarece que esta foi uma alternativa encontrada enquanto a administração municipal analisa as propostas apresentadas para a coleta, tratamento e destinação do lixo em Maringá.
Foi aberto um processo de registro de preço para a locação do serviço caso haja necessidade de utilização e as empresas têm até o dia 31 de julho para apresentarem propostas. O prazo mínimo previsto para a utilização desses caminhões, com um motorista e três coletores, é de 12 meses.
Hoje a cidade conta com 20 caminhões para a coleta convencional. “A ideia é que enquanto se discute a situação do lixo, a locação de caminhões supra uma demanda emergencial, caso algum veículo tenha de passar por manutenção, a fim de não prejudicar a população”, pontua o secretário da Semusp, Dorvalino Lopes de Macedo.
Contratação de servidores
Foi também lançado no site da Prefeitura um edital de concurso para a contratação de servidores para atuarem na coleta - são 70 vagas para auxiliares ocupacionais que serão direcionados para esse setor. A carga horária é de 40 horas semanais e o requisito é ter o ensino fundamental I completo (antiga 4ª série), quando da nomeação. A taxa de inscrição é de R$ 30,45.
Coleta seletiva
Na próxima semana ainda será publicado um edital para a aquisição de 10 caminhões voltados para a coleta seletiva e contratação de motoristas. “Adquirindo esses caminhões com motoristas, consequentemente pensamos que vai aumentar a coleta seletiva, e precisamos analisar o que vai acontecer: vai diminuir o lixo convencional? Para isso precisamos de um estudo, vamos realizar campanhas educacionais para promover a ação. Enquanto isso, não podemos deixar a população sem atendimento”, afirma o secretário.
A Prefeitura contribui atualmente com quatro caminhões para a coleta seletiva, o combustível e os motoristas. “A intenção é futuramente assumir essa mão de obra e precisamos saber se as cooperativas vão estar preparadas para receber todo o material que será coletado”, comentou. “É preciso respeitar as etapas para saber o que vai acontecer e adotar medidas necessárias em casos emergenciais”, ressaltou.
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