Cuiabá / Várzea Grande - Em audiência nesta terça-feira na Câmara de Vereadores, o prefeito de Cuiabá Wilson Santos (PSDB) defendeu que não seja realizado um novo processo licitatório para a continuidade das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em Cuiabá. Para isso, o tucano defende que o Exército, através do 9º Batalhão de Engenharia e Construção, assuma definitivamente o programa do Governo Federal.
Wilson justifica que a medida garantiria a transparência na gestão dos recursos, hoje bloequeados pela Justiça Federal, e agilidade na execução das obras. “Um novo processo licitatório demoraria, no mínimo, 60 dias. O Exército, como ente da federação, não precisa de licitação para tocar as obras”, explicou.
O prefeito anunciou que estará reunido, às 14 horas, com o Coronel Miranda, do 9º BEC. Além disso, o secretário de Governo, Oswaldo Sobrinho, mantém conversações em Brasília com intuito de convencer os militares a assumirem a obra. “Cuiabá não pode e não irá perder esses recursos” disse.
Na audiência, o prefeito fez questão de colocar aos vereadores que as fraudes constatadas nas investigações do Ministério Público e da Justiça Federal foram articuladas fora da prefeitura de Cuiabá. No entanto, ele determinou ao novo procurador geral do município, Ussiel Tavares, que uma sindicância seja feita para apurar e punir uma eventual participação de servisores no esquema.
Sobre a “lentidão” para a execução do PAC na capital, citada pela maioria dos vereadores de oposição, o prefeito ressaltou que o programa federal está travado em todo Brasil. Mostrando reportagens nacional, o tucano contou aos parlamentares que ouviu de um procurador federal que o ‘PAC foi muito mal elaborado’. Wilson Santos ainda previu que o programa habitacional da União “Minha Casa, Minha Vida” deverá ter problemas de execução, assim como o PAC.
CPI
Ao ser provocado pelo vereador Francisco Vuolo (PR) para liberar a bancada do PSDB para assinarem o requerimento de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI – para investigar o PAC, o prefeito deixou a decisão para os vereadores. “A bancada do PSDB tem autonomia para decidir sobre isso. Nunca exerci pressão sobre um partido ou vereador nesta Casa”, afirmou.
No entanto, os vereadores do PSDB e da base aliada do tucano na Câmara não devem assinar o requerimento apresentado pelo vereador Lúdio Cabral (PT). Até o momento, além do petista, apenas Vuolo assinou o documento.
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