Prazo para a licitação de serviços de tratamento e destinação final dos resíduos sólidos urbanos de Ponta Grossa, através de um aterro privado, foi definido na quarta-feira (01), em reunião que contou com a presente de autoridades municipais, além de representantes do Comdema (Conselho Municipal de Meio Ambiente) e do IAP (Instituto Ambiental do Paraná).
O prefeito Marcelo Rangel afirma que a prioridade da cidade no momento é fechar o atual aterro de Botuquara, por apresentar problemas ambientais. Ele ainda informa que a prefeitura não tem condições de disponibilizar de um investimento de R$30 e 35 milhões para um aterro público, sendo a licitação para um aterro privado o meio mais adequado.
Além do prazo para a abertura da licitação, a cidade tem 14 meses para o novo aterro estar funcionado e o Botuquara estar fechado.
Na reunião ficou acordado também que a licitação terá a escolha determinada por preço e técnica e poderão participar empresas de todo o país. A minuta ainda permite monitoramento da prefeitura para fiscalização, além de auditorias ambientais a cada seis meses com supervisão do Comdema.
O prazo de contrato entre a Prefeitura e a empresa que ficará responsável pelo aterro agora é de 60 meses, e não 12 como tinha sido previamente estabelecido, além de ser renovável por igual período.
Diário dos Campos
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