Uma nova estatal deve construir e operar o primeiro trem-bala brasileiro, entre Rio, São Paulo e Campinas.
O custo do trem de alta velocidade é estimado em R$ 11 bilhões. O Executivo terá de subsidiar parte desse valor.
O secretário executivo do Ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, antecipou que estão praticamente prontos um projeto de lei para constituir a empresa e um decreto presidencial regulamentando seu funcionamento.
– O Brasil precisa saber se apropriar dos ganhos tecnológicos que poderão advir da implantação do trem-bala – declarou Passos em entrevista publicada ontem pelo jornal Valor Econômico.
Apesar da crise, Passos reafirmou a intenção de lançar o edital de licitação do projeto ainda este ano. O governo, garantiu, já recebeu a confirmação de que bancos de fomento estrangeiros continuam dispostos a financiar “grande parte” do empreendimento. O secretário declarou que o compromisso de transferência de tecnologia será um dos pré-requisitos para entrar na disputa. O objetivo é que futuros projetos de trens de alta velocidade sejam menos dependentes de tecnologias externas.
Para o trem-bala Rio-São Paulo-Campinas, a indústria ferroviária brasileira sai praticamente do zero, admite Passos. Mas deve ser diferente com outros empreendimentos. O governo já incluiu no Plano Nacional de Viação e começou estudos técnicos para outras ligações em alta velocidade: São Paulo-Curitiba e São Paulo-Belo Horizonte.
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