RIO - A Petrobrás entrou hoje na 20ª Vara federal com pedido de reconsideração da decisão do juiz Vladimir Santos Vitovsky, que no dia 1° deste mês concedeu liminar à ação popular movida por Wolney Trindade contra a estatal e a Construtora Norberto Odebrecht, entre outros.
Suspendendo o resultado da licitação para a construção da plataforma de rebombeio autônomo PRA-1. A liminar suspende, em conseqüência, a contratação ou a execução de qualquer serviço relacionado ao contrato, “até que se apure se houve ou não violação ao principio da economicidade”.
A assessoria de imprensa da Petrobrás informou que a empresa está mostrando ao juiz que os valores apresentados pelo consórcio Mauá-Jurong, um dos participantes da licitação, não resultam em um total menor que o apresentado pelo consórcio vencedor, como alega o autor da ação. O objetivo é cassar a liminar.
A assessoria lembrou que a estatal reabriu negociações com os participantes da concorrência da PRA-1, esclarecendo, que além da questão dos custos mal-esclarecidos, o Mauá Jurong foi desclassificado por critérios técnicos.
09/07/2004
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