RIO - O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou que a estatal já começou a licitar a encomenda de navios de regaseificação de gás natural. A Petrobras preferiu a opção de navios regaseificadores a construir plantas de fixas, que demandariam investimentos mais pesados. Cada unidade fixa de regaseificação custa em média US$ 300 milhões.
A mudança de planos, contudo, não elimina o aporte de investimentos no Rio e no Ceará, potenciais estados que abrigariam as plantas de regaseificação de gás. Gabrielli informou que a estatal precisará construir terminais de tancagem e de logística para estocar e distribuir o Gás Natural Liqüefeito (GNL). Os dois estados, segundo o executivo, continuam sendo o destino natural dos investimentos em GNL.
O presidente da Petrobras antecipou que o Rio, mais especificamente a Baía de Guanabara, deverá ter capacidade para abrigar estoques de 14 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia, enquanto o Nordeste (Ceará) deverá ter mais 6 milhões de metros cúbicos diários.
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