Petrobras adia recebimento de propostas de dique seco


A Petrobras adiou para o próximo dia 23 de janeiro a data de recebimento das propostas para a construção de um dique seco no Brasil. Orçada em torno de US$ 100 milhões pelo mercado, a obra permitirá a manutenção, reformas e até a construção de plataformas de exploração e produção de petróleo em território nacional. Hoje, apenas o estaleiro Sermetal, com sede em Niterói, possui um dique seco (espaço fora da água destinado a abrigar a plataforma), mas a intenção da Petrobras é fazer um megaprojeto com dimensões superiores. Outros projetos de construção de dique secos estão sendo tocados por estaleiros, mas em todos os casos a obra é destinada à construção e reforma de navios petroleiros.
Apesar de estar interessada em investir na obra, a Petrobras não quer ser a operadora. No edital de licitação, a estatal até se propôs a disponibilizar área de sua propriedade, em São Roque do Paraguaçu (BA), para abrigar a obra, mas será aceita a condição de um estaleiro optar por instalar o dique seco em área própria, desde que em preços competitivo. Se isso acontecer, quando houver a licitação para a construção de uma plataforma, por exemplo, o dono do dique sai em vantagem, mas se perder a concorrência, o vencedor é que vai operar o espaço no período da obra.
A previsão é de que o dique seco leve em torno de 18 meses para ser construído, mas nada impede que a obra de uma plataforma seja feita em paralelo a sua construção. A primeira obra a ser realizada no dique seco será a plataforma P-55, que está sendo licitada pela Petrobras.
Para desenvolver o projeto do dique seco, a estatal montou uma engenharia financeira que prevê a formação de um fundo para financiar a obra.
A empresa de serviços financeiros do ex-presidente do Banco Central Gustavo Franco foi escolhida pela Petrobras para lançar o Fundo de Investimento Imobiliário (FII) que vai emitir no mercado Certificados de Recebível Imobiliário (CRI). Uma licitação ainda será feita para definir o banco responsável pela colocação destes papéis no mercado. O investidor que comprar o papel terá garantida remuneração de um indicador (IGP-M ou IPCA), mais uma taxa de juro de mercado.


18/01/2006

Fonte: Agência Estado

 

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