O Consórcio dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ) anunciou ontem a abertura de uma licitação para um plano diretor de macro-drenagem na bacia hidrográfica do Rio Jundiaí. A revelação foi feita pelo diretor presidente das agências das bacias do PCJ, Sérgio Razera, durante a 21ª reunião ordinária dos comitês PCJ, realizada nas dependências da DAE. De acordo com Razera, a abertura dos envelopes com propostas será aberto em 10 de maio deste ano.
Na prática, o projeto contratará uma empresa que fará estudos apontando causas de inundações dentro das zonas urbanas do município, além de apresentar propostas de ações para curto, médio e longo prazo. “Nós queremos entender onde estão os problemas, quais as soluções para resolvê-los e quem custeará essas as ações”, afirma Razera. O custo previsto é de R$ 2 milhões, que serão pagos pelo governo federal. Segundo ele, as perdas na rede de distribuição de água é um dos maiores problemas da região. As ações visam evitar enchentes na cidade e nos 11 municípios da Bacia do Rio Jundiaí: Atibaia, Cabreúva, Campo Limpo Paulista, Indaiatuba, Itu, Itupeva, Jarinu, Mairiporã, Salto e Várzea Paulista.
O prefeito Luiz Fernando Machado adiantou à reportagem do Jornal de Jundiaí que piscinões devem ser construídos no entorno do Rio Jundiaí, e que devem beneficiar na cidade duas regiões: o Jardim Sorocabana e a parte baixa do Jardim Tulipas. “Essas duas áreas nos preocupam muito no que diz respeito às enchentes. O Tulipas continua tendo problemas mesmo com os investimentos que fazemos”, destaca. “Onde vamos condensar essa água para que situações como as que ocorreram no início de março, mesmo sendo algo atípico, não se repita? É isso que o programa prevê. Essa água teem que sair e não pode ser na casa das pessoas”, afirmou o prefeito.
Motivos
Segundo o presidente do Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Jundiaí, Eduardo Palhares, até alguns anos atrás não havia a preocupação com o caminho que as águas da chuva faziam. “A cidade foi construindo vias, calçadas, tudo impermeabilizando o nosso solo, e nem sempre de forma ecologicamente correta. Segundo Luiz Fernando Machado, o adensamento populacional também é um dos fatores para que enchentes como as de março aconteçam na cidade. “A partir disso percebemos o quanto esse adensamento é prejudicial em várias áreas, ou ainda áreas que já estão adensadas não deveriam estar. E o reflexo disso precisa ser visto de maneira conjunta”, pontuou.
28/04/2018
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