Após sete anos o Parque Tecnológico de Ribeirão Preto saiu literalmente do papel. As obras de construção dos dois prédios que vão abrigar a Supera (Incubadora de Empresas de Base Tecnológica) e o prédio da Cedina (Centro de Desenvolvimento e Inovação Aplicada) estão em fase de perfuração para alicerce, em uma área de 300 mil m² no campus da USP (Universidade de São Paulo).
Ao todo, o investimento do Governo de São Paulo chegará a R$ 11,2 milhões. As obras devem ser concluídas em julho de 2013 e a expectativa é de que em cinco anos o parque gere R$ 1 bilhão em negócios para Ribeirão Preto.
Ainda no início das obras, a Fipase já começa a sonhar com uma segunda etapa do Parque Tecnológico.
Equipamentos médicos
Voltado para a área da saúde, o parque vai atrair indústrias da área de produção de equipamentos médico-hospitalares, biotecnologia, desenvolvimento de novas drogas, cosméticos bioenergia e agronegócios.
O prédio da Supera vai ficar responsável pela criação e do desenvolvimento de micro e pequenas empresas de base tecnológica, desde a prospecção de projetos até a graduação dos negócios.
Já o prédio da Cedina vai ter capacidade de testar em escala industrial os produtos de empresas pequenas que ainda não dispõe de recursos.
Em abril deste ano, o parque foi credenciado definitivamente na secretaria estadual de desenvolvimento.
Em maio, a USP de Ribeirão assinou contrato com a empresa Sistemas Engenharia e Arquitetura LTDA, vencedora da licitação.
03/08/2012
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