O acordo da Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) por um empréstimo de R$ 317 milhões para a compra de 100 ônibus elétricos está a um passo de sair do papel. Para receber os recursos, o Executivo municipal ainda precisa apresentar, ao Tesouro Nacional, uma contragarantia. Cumprida essa etapa, o edital já poderá ser lançado.
A data-limite para a apresentação da contragarantia é 24 de fevereiro, mas a prefeitura informou a O Fator que o prazo sofrerá um pequeno adiamento para que seja possível adequar o cronograma ao rito de atualização documental típico da virada de exercício e do fechamento do ano contábil.
O Executivo ainda ressaltou que não há qualquer problema na oferta de garantias, que a operação segue os trâmites normais e que o Município possui plena capacidade técnica para o atendimento das exigências.
Além dos veículos, o financiamento servirá para a aquisição de seus respectivos sistemas de recarga de energia.
O início do projeto dos ônibus elétricos se deu em julho de 2024, quando a Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovou projeto de lei que autorizava a PBH a contratar o empréstimo junto ao BNDES. O contrato de financiamento foi assinado em 19 de setembro do ano passado.
Os veículos elétricos serão de propriedade do município, que irá cedê-lo às empresas em regime de comodato. Ao término do contrato de prestação de serviço, os coletivos voltarão às mãos do poder público.
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