O novo piso do Calçadão de Ribeirão Preto deve ser colocado apenas em 2013. Com o cronograma apertado, a prefeitura não quer correr o risco de prejudicar as vendas de fim de ano, que se intensificam a partir de 30 de novembro, com o pagamento da metade do 13º salário.
De acordo com a secretária da Cultura, Adriana Silva, uma das idealizadoras da obra de revitalização do Centro, a ideia inicial era colocar o novo piso enquanto ocorre a retirada do antigo, mas os técnicos alertaram para o erro. "O correto é embutir a fiação no subsolo e retirar todos os postes para depois iniciar a colocação do piso. Isso evita deixar o novo calçamento manchado e com remendos", disse Adriana.
Com a nova orientação, não há tempo para fazer concluir o trabalho antes das vendas de Natal. "Vamos deixar o Calçadão no contrapiso durante as festas de fim de ano", explicou a secretária da Cultura.
Esta etapa da obra, orçada em R$ 7 milhões, está sendo custeada pelas empresas de telefonia e energia elétrica.
Licitação
Segundo o secretário municipal de Obras Públicas, Abranche Fuad Abdo, a licitação para o novo piso do Calçadão será lançada na semana que vem. O investimento será de R$ 5 milhões. "O Centro é um local complexo, quando começa a mexer nunca sabe o que vai encontrar. Temos tubulações antigas", disse Abdo.
O secretário ainda pediu paciência aos comerciantes e munícipes. "Estamos fazendo tudo da melhor forma, tentando causar o menor prejuízo possível. Vamos lembrar que o transtorno passa e a obra fica", completou.
Prejuízos
Os comerciantes do Calçadão de Ribeirão Preto reclamam do prejuízo causado pelas obras de revitalização, que tiveram início em abril.
"O movimento caiu e estamos enfrentando problemas com a terra. Não conseguimos manter o estabelecimento limpo. Não sou contra a obra, só peço que tudo seja feito com mais rapidez", apontou Jandira Dias, proprietária de uma banca de jornais e revistas.
O comerciante Carlo Barros, proprietário de uma loja de brinquedos, também reclama. "Tinha que ir fazendo a obra e liberando os quarteirões. Do jeito que está, é difícil. Está chegando o Dia das Crianças [12 de outubro] e vamos tomar prejuízo", explicou.
Os ambulantes também dizem que o movimento caiu. "Acredito que estou vendendo uns 40% a menos. O valor faz falta no orçamento", falou Plínio de Oliveira, vendedor de milho cozido.
01/09/2012
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