O Ministério Público de Mato Grosso pediu a indisponibilidade dos bens de uma empresa de Querli Batistello, mulher de Lino Rossi (PP-MT), deputado acusado de participar da máfia dos sanguessugas.
O pedido se baseia em investigações feitas pela Câmara Municipal de Luciara (1.163 km de Cuiabá), que indicaram que a empresa venceu uma licitação fraudulenta para fornecer produtos hospitalares à cidade.
Também foi pedida a indisponibilidade dos bens do prefeito de Luciara, Nagib Elias Quedi (PP), e de outros três servidores públicos municipais suspeitos de terem articulado a suposta fraude.
A Folha não conseguiu localizar ontem Querli Batistello.
No gabinete de Rossi, um assessor informou que ele estava viajando. Rossi nega ser beneficiário da máfia dos sanguessugas.
A reportagem deixou recado na casa do prefeito Nagib Elias Quedi em Luciara. Até a conclusão desta edição, não houve resposta.
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