O governo mexicano leiloou nesta quarta-feira apenas dois dos 14 campos de petróleo ofertados em sua primeira licitação para companhias privadas nacionais e estrangeiras em quase 80 anos.
O resultado foi pior do que o esperado.
O Executivo de Enrique Peña Nieto pretendia entregar entre quatro e sete dos 14 campos situados em águas pouco profundas do Golfo do México, avaliados em cerca de 17 bilhões de dólares. No entanto, sequer foram apresentadas ofertas por nove blocos, e outros três não chegaram ao valor mínimo estabelecido pelo governo.
Os únicos dois contratos concedidos foram ganhos por consórcio liderado pela companhia mexicana Sierra Oil & Gas.
Gigantes como os norte-americanos ExxonMobil e Chevron e a anglo-australiana BHP Billion decidiram não participar do leilão público, o primeiro dos cinco que concretizarão a controversa reforma energética desse setor.
Transmitido ao vivo pela Internet e por redes de televisão, o leilão começou com uma significativa redução do número de empresas participantes. Das 18 companhias de petróleo e sete consórcios que participariam, apenas nove apresentaram ofertas.
O consórcio liderado pela Sierra Oil & Gas, integrado pela americana Talos e pela britânica Premier Oil, foi o que ficou com os dois únicos blocos entregues: o segundo, para exploração de petróleo leve e gás, de 195 km2, pelo qual ofereceu um lucro de 55,99% ao Estado mexicano; e o sétimo, de 465 km2, de petróleo leve, pelo qual pagará 68,99% de lucro.
16/07/2015
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