Metrô de SP publica licitação para Anteprojeto da Linha 16-Violeta, Oscar Freire a Cidade Tiradentes


O Metrô de São Paulo vai contratar o Anteprojeto de Engenharia/Projeto Funcional, estudos de impacto ambiental e o Projeto Básico da Linha 16-Violeta, da avenida Oscar Freire, nos Jardins, à Cidade Tiradentes, na Zona Leste.
O aviso de licitação foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira, 09 de setembro de 2022.

No Relatório Integrado 2021 do Metrô, nos empreendimentos de expansão, a Companhia informava que o Projeto Diretriz da Linha 16-Violeta já estava concluído.

De acordo como o Plano de Negócios para 2022, a meta, iniciada hoje com a publicação do aviso do certame, era “publicar o edital de contratação do Anteprojeto de Engenharia/Projeto Funcional, EIA/RIMA e Projeto Básico” da Linha 16-Violeta.

A entrega dos envelopes foi marcada para 24 de novembro de 2022. Não há data para o início das obras, mas o projeto básico é o primeiro passo para isso
Em nota na manhã desta sexta-feira (08), o Metrô explica que o Anteprojeto de Engenharia “é o primeiro grande estudo feito no processo de implantação de uma linha de metrô. Com ele, é possível saber onde vão ficar as estações e por onde passarão os túneis e a via, além dos imóveis necessários que devem ser desapropriados. Após sua conclusão, é possível contratar e elaborar o Projeto Básico, que fornece os detalhes técnicos da implantação da linha e concebe a licitação das obras”.

O Metrô ainda informa que o ramal que vai ligar a Cidade Tiradentes a região da Oscar Freire, passa pelas regiões de Jardim Brasília, Jardim Aricanduva, Vila Formosa, Mooca, Cambuci, Aclimação, Paraíso, Jardim Paulista e Cerqueira César. “A princípio, prevê-se a construção de 23 estações em 32 km de extensão, com conexão às linhas 1-Azul, 2-Verde, 4-Amarela e 10-Turquesa“, diz a nota.

O estudo diretriz incorporou diversas inovações desenvolvidas durante sua elaboração, a exemplo de: adoção de túneis e estações construídos através de tuneladoras de grande diâmetro; utilização de elevadores de grande capacidade nas estações de maior profundidade e menor demanda, em substituição às escadas rolantes; possibilidade de implantação de painéis solares para geração de energia; e definição de metodologia para intervenções de microacessibilidade no entorno das estações.

“Esse estudo inicial também prevê a adoção de inovações para eficiência energética, contribuindo com o meio ambiente“, diz a nota. Outro ponto é a definição de metodologia para melhorias de microacessibilidade no entorno das estações.

Esses pontos abordados no estudo, inclusive renderam ao Metrô a indicação ao prêmio “Melhor Uso da Tecnologia Zero Carbono” da União Internacional de Ferrovias Sustentáveis (UIC).


09/09/2022

Fonte: Diário do Transporte

 

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