Em mais uma medida do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltado para a compra governamental de equipamentos, lançado nesta quarta-feira, o governo baixou o decreto nº 7.767, que cria margem de preferência, entre 8% e 25%, na compra de produtos médicos para suprir hospitais públicos. O que significa que o governo está autorizado a pagar a mais por equipamentos produzidos por empresas nacionais, em relação aos preços dos concorrentes estrangeiros em licitações.
Na lista estão 79 produtos, de básicos, como cateter guia e paramentação cirúrgica descartável, a máquinas de hemodiálise e berços aquecidos. As compras serão por pregões eletrônicos.
Segundo o decreto publicado nesta quinta-feira no "Diário Oficial da União", a margem de preferência para os produtos da saúde valerá até 30 de junho de 2017.
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