Para a ex-presidente da Emgerpi, Lucile Moura, que teve seu escritório vasculhado pela Polícia Federal, os procedimentos da Justiça são necessários para esclarecer os fatos. Ela coloca a burocracia como um fator que chegou a atrapalhar as licitações, enquanto o problema dos alagados era necessária urgência, o que se fez dispensar as licitações.
“Eu acho que é importante que tudo seja devidamente investigado. Eu sempre coloquei que a Emgerpi tem uma característica diferente, ela é uma sociedade de economia mista, ela tem que cumprir as leis de licitações, mas muitas ações que a Emgerpi participou foi na questão emergencial, não é que não tenha que licitar, mas o procedimento é que dispensa a licitação e se pode ter uma contratação emergencial. O que a gente fez em Esperantina é o que eu costumo dizer que foi o que fizemos em 63 municípios do Piauí, que foi a questão dos alagados e do combate a dengue”, menciona a ex-presidente, durante a entrevista à Cidade Verde.
Ainda a ex-gestora tenta explicar os fatos lembrando-se de como recebeu o órgão público. “A questão é que na época havia muita burocracia exigia-se inclusive a questão da terra, tanto é que na última enchente, saiu uma nova regulamentação que facilita e muito as emergências. Quando a gente recebeu o órgão faltava fazer 100 casas em Uruçuí, que foram feitas, foram feitas 100 casas em Nazária, e foram feitas uma série de recuperação de casas no bairro Satélite,que estavam inadequadas e tudo isso foi prestado contas junto a Caixa Econômica Federal. A Caixa Econômica já avaliou e aprovou a prestação de conta. Com 90 processos 16 deles já estão com aceitação da prestação de contas junto a Caixa. Tem 24 em andamento e ainda tem prazo para alguns até 2011”, afirmou a ex-gestora.
A PF cumpriu um mandado de busca e apreensão de arquivos, pastas e computadores nos escritório da Emgerpi, em busca de documentos que tem ligação com as denúncias de desvios de recursos e irregularidades em procedimentos licitatórios conduzidos pelo órgão estatal.
“Na verdade esse programa de 2004 é uma herança da antiga COHAB, daquele problema que teve dos alagados em 2004 e quando a Emgerpi recebeu essa ação só nos cumpria terminar de fazer algumas casas, porque todas já estavam praticamente prontas, e também a recuperação de algumas que não estavam totalmente finalizadas, então esse era o procedimento a ser feito e a prestação de contas junto a Caixa”, falou Lucile Moura.
03/12/2010
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