As licitações para as primeiras atividades da Refinaria Premium II terão início em julho deste ano. Entre as ações estão o cercamento da área de 1.954 hectares (ha), em seguida, a supressão vegetal (desmatamento).
Inicialmente previstos para setembro, os trabalhos devem ter início em outubro, conforme a assessoria de imprensa da Petrobras, responsável pelo empreendimento.
A estatal esclareceu que as intervenções estão condicionadas à entrega do terreno e à liberação das licenças ambientais. “A Petrobras está cadastrando as empresas para as licitações de cercamento e proteção do terreno. Em seguida, fará as licitações de supressão vegetal. As licitações ocorrerão a partir de julho de 2011. Os serviços iniciarão a partir de outubro de 2011, caso a Petrobras tenha a posse do terreno e as devidas autorizações dos órgãos competentes.”
Serão cerca de R$ 10 milhões investidos no cercamento, em um perímetro de 26 quilômetros.
Após a obtenção da Licença Prévia (LP), em 27 de abril, a Petrobras atua também para atender as condicionantes do documento. Em seguida, será solicitada a Licença de Instalação (LI).
A assessoria informou ainda que não há previsão da vinda do presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, para rubricar o termo de compromisso com o Estado e receber o terreno.
Pela última atualização, para entregar o terreno à estatal, falta desapropriar apenar um lote de 47 ha, cerca de 2,4% da área.
Prejuízo e lucro
O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, admitiu ontem que a política de não repassar a volatilidade do preço do barril de petróleo ao mercado nacional contribuiu para o prejuízo de R$ 95 milhões no setor de abastecimento, no primeiro trimestre deste ano.
Segundo a Petrobras, nesse período, o preço do barril de petróleo do tipo brent aumentou 37%, sem que houvesse repasse desse aumento para o consumidor brasileiro.
No primeiro trimestre de 2010, o setor de abastecimento havia tido um lucro de R$ 1,1 bilhão. O aumento do preço do petróleo no mercado internacional nos últimos meses tem sido provocado, principalmente, pela instabilidade política nos principais centros exportadores de petróleo no mundo: o Norte da África e o Oriente Médio.
Apesar do prejuízo no Abastecimento, a empresa teve um lucro recorde de R$ 10,98 bilhões no primeiro trimestre deste ano, segundo balanço divulgado na última sexta-feira, 13. Entre os fatores que contribuíram para isso, está o aumento de 7% na venda de combustíveis.
17/05/2011
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