Estão em fase adiantada de elaboração os estudos e ajustes do projeto do edital de licitação para o transporte coletivo urbano em Bagé/RS. Desde janeiro, a Empresa Bageense de Transporte e Circulação trabalha na construção de um edital que permita melhorar a qualidade dos serviços de ônibus ofertados na cidade. A expectativa é que o documento possa ser publicado antes do final do ano.
O diretor da EBTC, Gilson Machado, contou que no dia 1º de setembro as quatro empresas de transporte coletivo de Bagé foram comunicadas de que no dia 3 de setembro terminariam os contratos de concessão pública para a exploração do transporte coletivo urbano em Bagé. Até o momento, não houve manifestação por parte das empresas. Gilson explicou que os contratos eram válidos por 10 anos, podendo ser prorrogados por mais 10 anos. “Em 1986 as quatro empresas que atuam na cidade renovaram seus contratos de concessão, e em 1996 prorrogaram esses mesmos contratos”, ressaltou Machado enfatizando que Bagé possui transporte coletivo urbano há 80 anos, e que todas as empresas que atuam no setor usaram do benefício da concessão para trabalhar.
A decisão de abrir licitação para a exploração do transporte coletivo urbano em Bagé partiu do prefeito Luiz Fernando Mainardi, ficando nula a possibilidade de renovação das concessões. Para Gilson, a concorrência é bem-vinda porque as empresas competem entre si para oferecer o melhor serviço aos usuários. “A licitação qualifica o transporte coletivo urbano, oferece melhores serviços e horários, além de proporcionar novos critérios para a manutenção e vida útil dos veículos”, salienta.
O diretor-administrativo e financeiro da EBTC, Urataú Gomes, ressalta que a intenção do edital é permitir que as empresas vencedoras sejam grandes o suficiente para cumprir com as exigências que estão sendo elaboradas, como o que diz respeito ao transporte de deficientes físicos, a expansão de linhas e de paradas de ônibus. “Estamos discutindo cada detalhe para tornar a licitação mais atrativa às empresas concorrentes e dinâmica para os usuários”, observou.
Sobre a demora na finalização do edital de licitação, Urataú disse que a situação é considerada normal, tendo em vista que se trata de um projeto complexo e que envolve muito dinheiro. “Este é o maior contrato que a prefeitura pode efetuar. Se a concessão for de cinco anos, podendo ser renovada por outros cinco, estamos tratando de R$ 108 milhões”, finalizou.
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