A licitação para contratar uma empresa capaz de tocar o projeto de restauração do Palácio Joaquim Nabuco fracassou. Com pagamento orçado em R$ 322 mil, nenhum dos três concorrentes convidados a disputar a iniciativa cumpriu as exigências previstas na convocação e foram inabilitados.
Uma nova chamada deverá ser feita nesta quinta-feira (16), mas, caso não vingue, a Assembleia Legislativa de Pernambuco poderá contratar por dispensa de licitação. O projeto é a etapa inicial para o início das obras no prédio construído em 1875. A ideia é transformar o local em museu. Em 2017, as atividades parlamentaras deixaram de ser realizadas no palácio.
Apesar do resultado negativo do primeiro certame, o primeiro secretário da Casa, Clodoaldo Magalhães (PSB), afirmou que a segunda chamada deverá dar certo. “Pelo acompanhamento do sistema é possível ver que as concorrentes vão conseguir atender às exigências”, disse.
De acordo com ele, entre as causas de inabilitação, o fato de duas das três não terem apresentado a certidão de expertise na área de restauro de prédios antigos, requisito necessário para contratação. Segundo Clodoaldo, a empresa que for adjudicada terá prazo de 90 dias para concluir o projeto executivo.
A obra de restauração, entretanto, não será feita pela assembleia, mas por parceiros privados e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com recursos da Lei Rouanet.
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