A abertura de uma licitação internacional para a fabricação de módulos de plataformas de extração de petróleo da Petrobras, que seriam fabricados na empresa Iesa Óleo e Gás, em Charqueadas, está preocupando os trabalhadores da região. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Charqueadas (Sindmetal), 16 módulos que seriam produzidos no Rio Grande do Sul tiveram os trabalhos transferidos para a China. Com a abertura da licitação internacional, outros 24 equipamentos podem deixar de ser produzidos na região. O presidente do Sindmetal, Jorge Luíz Silveira de Carvalho, destacou que a abertura da licitação internacional não é uma boa notícia.
“O que tinha de ruim para acontecer, aconteceu. O que se esperava em um segundo momento era a retomada do polo naval, mas se isso não ocorreu. Há uma grande preocupação. Muitos trabalhadores ainda tem esperança que os trabalhos retornem”, salientou.
O Sindimetal informou que empresas entraram em contato mostrando interesse em assumir as instalações do Polo Naval do Jacuí, mas a negociação para que elas operem no espaço dependem da Petrobras. A petrolífera suspendeu o contrato com a Iesa Óleo e Gás e dezenas de empresas após denúncias de irregulares em licitações e contratos. Em Charqueadas, mais de mil trabalhadores da Iesa foram demitidos.
09/01/2015
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