Foi publicada pela prefeitura a licitação que visa a cedência onerosa do prédio da antiga Feira do Produtor. A estrutura foi reformada durante as obras de revitalização do Parque da Gare e a intenção do poder executivo sempre foi tornar o espaço um ponto turístico e atrativo da cidade.
Enquanto estudava a melhor forma de ocupar o prédio, a estrutura foi cedida para o setor de Artes Visuais do Conselho Municipal de Cultura, o grupo Confraria das Artes coordena as atividades no espaço, como exposições, oficinas de arte e encontros da comunidade artística da cidade. Agora, com o processo de licitação andamento, se gerou um embate entre duas ou três pessoas e o poder público. A licitação visa que o prédio se torne uma referência gastronômica.
Essas querem se manter no local, batalhado por muitos anos e não concordam com itens da licitação. Pelo processo, quem vencer terá a cedência do prédio por 10 anos, sendo obrigado a investir R$ 280 mil na adequação. O que chama atenção é o valor cobrado pelo aluguel de espaço privilegiado no coração da cidade. A prefeitura colocou como preço mensal R$ 4.500,00. E mais, o aluguel será cobrado somente a partir do sexto ano de contrato.
Contrários aos termos da licitação, se mobilizaram e protocolaram junto ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado, uma contestação. O objetivo é suspender o processo licitatório até se rediscutir os itens e a melhor forma de ocupação do prédio.
21/08/2017
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