Barra Bonita – O presidente da Câmara de Barra Bonita (68 quilômetros de Bauru), Flávio Henrique Teixeira de Oliveira (PV), decidiu cancelar processo de licitação, modalidade carta-convite, que havia sido aberto para a contratação de empresa especializada em assessoria e gestão administrativa, após sete dos nove vereadores apresentarem requerimento à Comissão de Licitação solicitando a suspensão do edital.
O advogado da Câmara, Wanderlei Aparecido Calvo, explica que a contratação, por seis meses, de empresa de assessoria, teria como objetivo organizar a estrutura do Legislativo em razão do déficit de funcionários que existe hoje. “Tem o regimento interno que precisa ser reformulado, a Lei Orgânica que precisa ser reformulada, havia a intenção de fazer uma Câmara Itinerante”, explica.
Pela modalidade adotada na licitação, diversas empresas da cidade e região, que prestam serviço de assessoria administrativa, seriam consultadas por escrito para que apresentassem uma estimativa de quanto seria gasto por mês com o trabalho, até o teto de R$ 80 mil. “A gente não tem noção de quanto a empresa iria cobrar. Imaginamos que uma empresa dessas não iria cobrar mais do que R$ 4 mil ou R$ 5 mil por mês”.
Segundo Calvo, um dos membros da Mesa Diretora da Câmara estava viajando no momento da assinatura do pedido de abertura de licitação e não pôde acompanhar a decisão. “O presidente pode solicitar a abertura da licitação”, revela. “Os vereadores, entendendo que, por enquanto, não seria necessário contratar essa empresa, fizeram um pedido para que a licitação fosse suspensa”.
Com base no requerimento apresentado à Comissão de Licitação, composta por funcionários, o presidente da Casa decidiu cancelar o edital e conversar com os vereadores para explicar os benefícios que a contratação da empresa de assessoria iria trazer aos trabalhos do Legislativo.
Segundo o advogado, ainda não há um prazo para que o edital seja reaberto. Ele diz que alguns parlamentares querem que a contratação dos serviços seja adiada para o mês de dezembro. “A intenção do presidente foi cuidar do patrimônio público”, afirma, ao justificar a opção pelo cancelamento.
O Jornal da Cidade entrou em contato com os vereadores Sônia Aparecida Gonçalves Belarmino e José Jairo Meschiato, ambos do PRB, para saber o motivo do pedido de cancelamento da licitação, mas eles informaram que estavam em reunião e retornariam posteriormente, o que não ocorreu até o fechamento desta edição.
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