A Prefeitura de Jaú prorrogou o contrato com a empresa responsável pela gestão do lixo no Município. A CGR Guatapará – Centro de Gerenciamento de Resíduos Ltda. receberá R$ 2,2 milhões nos próximos seis meses para continuar transportando os rejeitos produzidos na cidade para aterro particular em Piratininga. O valor corresponde a R$ 12,4 mil por dia para encaminhar o material descartado para outra cidade.
Neste período, o Poder Executivo pretende dar sequência a nova concorrência para escolher a gestora dos serviços, uma vez que o contrato com a CGR foi prorrogado durante cinco anos.
A empresa que for contratada terá mais atribuições que a atual. Além de transporte o lixo para outro aterro, a firma precisará cuidar da estação de transbordo para onde os dejetos são levados, às margens da SP-225, entre Jaú e Brotas.
O secretário de Meio Ambiente, Eduardo Abussamra, afirma que a medida atende a parâmetros estabelecidos no Plano Nacional de Resíduos Sólidos, que prevê monitoramento dos espaços para onde os rejeitos são levados.
A atuação da nova terceirizada vai evitar, por exemplo, a presença de catadores de lixo – como os registrados pela reportagem na estação na última terça-feira. A intenção é que a gestora mantenha sistema de vigilância durante 24 horas.
Por dia, cerca de 100 toneladas de rejeitos domiciliares são recolhidas no Município por 50 coletores de lixo, que atuam em dez caminhões da secretaria. Este material vai para a estação e é colocado em contêineres da CGR. O aluguel da área custa mais de R$ 5,3 mil por mês aos cofres públicos.
O edital para contratação da prestadora de serviços é preparado desde o ano passado, segundo o secretário de Economia e Finanças, Luís Vicente Federici. “Nós não temos um aterro sanitário e nem recursos para construção de um aterro”, argumenta o titular da pasta, ao justificar a opção pela terceirização do serviço.
Lixão
Neste ano, ação civil pública que cobrou o encerramento do lixão em Jaú completa duas décadas. O Município foi condenado a encerrar o espaço e providenciar nova área para fazer o despejo controlado. A terceirização do aterramento teve início em 2010, ainda na gestão do ex-prefeito Osvaldo Franceschi Junior (PV).
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