Em meados deste semestre, os paraenses deverão contar com um total de 120 leitos reservas em média complexidade no Estado disponíveis no Hospital Galileu. Depois de passar por adequações, o processo licitatório da obra do Galileu começou este mês e reabre na quinta, 14. Cinco das nove empresas que participaram da primeira etapa concorreram ao certame. Segundo a secretária adjunta da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa), Heloísa Guimarães, o Hospital Galileu - que terá prédio alugado pelo Governo do Estado por R$ 120 mil mensais - deverá ser entregue dois meses depois do resultado do processo licitatório e "as obras de reforma e adequação começam de imediato". Até julho deste ano, o Governo do Estado também prevê a entrega de 60 leitos de alta complexidade em UTIs nos municípios do interior do Pará.
O Galileu está localizado na rodovia Mário Covas, próximo à avenida Independência, no bairro do Coqueiro, em Ananindeua, e tem o perfil de leitos de retarguada, ou seja, do total de 110 leitos, 50 são para clínica médica de uso do Hospital Abelardo Santos, que está previsto para ser concluído nos próximos dois anos; 30 leitos para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência; 30 leitos para retarguarda do Hospital de Clínicas Gaspar Viana. "Em geral, os leitos de retaguarda envolvem pacientes que estão com quadro de saúde estabilizado, mas precisam ficar em observação ou receber medicação", esclareceu a secretária adjunta.
Além dos 110 leitos de internações clínicas, terá seis leitos de UTI e uma sala cirúrgica contendo duas salas dedicadas exclusivamente à retirada de pinos e próteses, com quatro leitos de hospital dia somente para estes casos.
Heloísa Guimarães destaca que o Hospital Galileu tem como ênfase a tecnologia utilizada. "É um hospital com equipamentos modernos, sala cirúrgica inteligente dando mais segurança ao paciente, prontuário eletrônico, farmácia com código de barra, enfim, com tecnologia de ponta. Queremos mostrar que é possível utilizar melhor os recursos humanos, financeiros, de medicação, de forma mais humana".
A secretária adjunta da Sespa explica que para a escolha pelo aluguel e a não a construção de um novo espaço para abrigar o hospital foi levado em conta a relação custo e benefício. "O Hospital Abelardo Santos, que será totalmente construído e oferecerá 180 leitos, levará pelo menos dois anos para ser construído e ainda entrará em licitação. O Hospital Galileu já estava pronto e com a reforma será entregue o quanto antes para atender à população", afirma.
Até julho deste ano, o Governo do Estado prevê abertura de mais 46 leitos de alta complexidade em UTI e UTI neonatal em Marabá, Oriximiná, Paragominas, Conceição do Araguaia e Redenção. Para o Hospital Regional de Santarém estão previstos 24 leitos de UTI adulto, pediátrico e neonatal, no final de março. A nova Fundação Santa Casa, em Belém, deverá funcionar até julho. O município de Capanema também será atendido, e as ações ainda são negociadas.
09/02/2013
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