O cardápio escolar da rede pública de ensino deste ano letivo ainda não terminou de ser elaborado. Somente após o resultado dos processos licitatórios e dos testes de aceitabilidade nas escolas é que a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Secretaria Municipal de Educação (Semec) definirão a nova composição da merenda dos alunos. Por enquanto, as unidades de ensino utilizam o programa alimentar de 2012, construído de acordo com as orientações do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).
Uma das exigências é que pelo menos 20% da necessidade nutricional dos estudantes seja suprida diariamente pela escola. É com base nesse critério que surgem as combinações de ingredientes. Mas para o presidente da Fundação Municipal de Assistência ao Estudante (FMAE), Walmir Moraes, o papel da merenda escolar não precisa ficar restrito a isso. "Ao fornecer uma alimentação balanceada estamos combatendo a obesidade infantil e ajudando a desenvolver hábitos alimentares saudáveis que lá na frente podem reduzir os riscos de diabetes e hipertensão", afirma.
A Prefeitura abriu, neste mês, duas licitações para escolher os fornecedores de pelo menos 40 itens alimentícios para 195 unidades de ensino. A preocupação é inserir na lista elementos regionais como polpas de fruta, açaí, farinha de tapioca e peixes e hortaliças locais. "São comidas familiares que seriam bem aceitas pelas crianças", aponta Moraes. A Semec repassa às escolas um modelo de cardápio, que não é seguido simultaneamente por todas, por motivos de logística. "Os agricultores familiares entregam semanalmente os produtos e não conseguem abastecer todas as escolas em um dia", esclarece.
Yully Guimarães é nutricionista da FMAE e acredita que a alimentação fornecida aos alunos colabora no aprendizado. "Com os nutrientes necessários, ele se sentem mais dispostos e os alimentos leves não fazem a digestão pesar, o que atrapalharia a aula", reforça. Além de garantir a distribuição dos itens, o órgão capacita as merendeiras com quatro dias de treinamento e supervisiona as escolas mensalmente. "Ensinamos a armazenarem e a manusearem a comida corretamente para fornecer uma comida segura e livre de contaminação", garante.
31/03/2013
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