Até agora, a 7ª rodada de licitação de áreas de exploração de petróleo e gás da ANP (Agência Nacional do Petróleo) já arrecadou mais da metade do que no ano passado. Foram pagos sob a forma de bônus de assinatura R$ 397 milhões até o início da tarde do primeiro dia de rodada.
Em 2004, a cifra total ficou em R$ 665,2 milhões. Serão três ou quatro dias de oferta, dependendo da agilidade dos trabalhos.
A Petrobras, que dominou a sessão pela manhã ao arrematar 18 dos 24 blocos licitados, perdeu há pouco duas disputas por importantes blocos na bacia do Espírito Santo, local de grande potencial de descobertas.
A estatal brasileira em consórcio com a Shell perdeu para a espanhola Repsol o bloco ES-M 737, com proposta de R$ 51,978 milhões --um ágio de 2.958%, um dos maiores da licitação. A oferta da Petrobras foi de apenas R$ 2 milhões.
Em mais uma derrota, a estatal foi batida por consórcio da britânica Amerada Hess e Repsol, que ofereceu R$ 23,07 milhões, contra R$ 4,6 milhões do consórcio Shell (55%) e Petrobras (45%).
Até agora, destacaram-se os ágios da oferta da Devon e Petrobras por um campo na bacia de campos --de 1.4475% para um lance de R$ 116 milhões-- e para um campo em terra da bacia Potiguar --10.700%, em uma oferta de R$ 1,08 milhão.
17/10/2005
18/04/2026
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