O Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu temporariamente o processo de licitação que irá privatizar o trecho paulista da BR-153. A estrada tem cerca de 321 quilômetros de extensão dentro do Estado de São Paulo e passa por Marília, Getulina e Lins.
O TCU suspendeu o processo com a alegação de que precisa de mais informações sobre os valores que devem ser cobrados nas praças de pedágio que serão instaladas ao longo do trecho.
Nos mais de 300 quilômetros que cortam o Estado de São Paulo e servem de ligação entre os Estados de Minas Gerais e Paraná, estão previstas as construções de quatro praças de pedágio. Uma delas ficaria em Lupércio, na região de Marília.
De acordo com o TCU, análises preliminares indicam indícios de falhas que elevam os valores a serem definidos como teto para a cobrança das tarifas. Como os contratos têm duração de 25 anos, o tribunal quer se certificar de que os cálculos estejam corretos antes de autorizar a licitação.
Após dez meses de interdição, o trecho da rodovia entre Marília e Getulina foi liberado ao tráfego na quinta-feira da semana passada. Sinalização precária, falta de acostamento e pista esburacada levaram o juiz federal Flademir Jerônimo Belinati Martins a ordenar a interdição do trecho.
Mesmo após a liberação do tráfego, a operação tapa-buracos continua no local. O serviço está sendo executado pelo 11.º Batalhão de Engenharia do Exército, sediado em Araguari (MG), e prossegue até novembro.
22/07/2005
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