O Governo do Estado vai tentar derrubar uma decisão judicial que suspendeu o processo de licitação do primeiro hospital de campanha do estado em Itajaí, no Vale. O Tribunal de Justiça de Santa Catarina alegou que a segunda colocada apresentou proposta de contrato R$ 2 milhões menor do que a primeira colocada na licitação. No entanto, o Governo nega irregularidades e deve manter obra.
A transformação do Centreventos de Itajaí num hospital de campanha começaria na segunda-feira (13). A empresa que venceu a licitação do governo do estado tem 30 dias pra começar a receber pacientes no local. Mas a liminar expedida na sexta-feira (10) suspende a licitação.
A economia não teria sido percebida pelo governo por causa de uma falha na planilha de custos da empresa que ficou em segundo, mas que não é justificativa para que a proposta seja desconsiderada.
Depois da liminar suspendendo a licitação, o governo do estado deu outra explicação para o resultado que não o menor preço. Segundo a Defesa Civil, a segunda colocada não venceu porque não apresentou documentos fundamentais no processo. Por isso, o governo manteve o resultado inicial.
Santa Catarina tinha neste sábado (11) 732 pacientes com o novo coronavírus e registrado 21 mortes pela doença, dessas, três são na capital catarinense.
O edital para a instalação do hospital foi publicado na quarta (8). Na tarde de quinta (9), foram abertos os envelopes com as propostas das empresas. A Associação Mahatma Gandhi foi a vencedora. O hospital será instalado no Pavilhão da Marejada.
O hospital de campanha será instalado e operado por seis meses pelo Hospital Psiquiatra Espírita Mahatma Gandhi que deve receber no total quase R$ 77 milhões. O valor é considerado alto até mesmo pelo governo do estado.
O governador Carlos Moises explicou que a dificuldade é encontrar os equipamentos para comprar a um preço justo, visto que a procura está muito alta. "Hospital de campanha não é um hospital que você consegue programar a construção como os outros e também não tem tempo para escolher preço. Então na situação de exceção que todos buscam os mesmos equipamentos, naturalmente o preço aumenta bastante", afirmou.
UTIs devem ficar para o estado
O contrato prevê, além dos equipamentos para a s unidades de terapia intensiva (UTI), a compra de materiais e a contratação de profissionais de saúde. O hospital precisa funcionar por seis meses.
Depois que a unidade for desmontada, os equipamentos de UTI ficarão com o governo do estado e poderão ser distribuídos aos hospitais catarinenses.
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