A Justiça Federal de Mato Grosso condenou cinco pessoas por envolvimento com a "máfia das ambulâncias", um esquema que fraudava licitações de equipamentos hospitalares, que foi desmontado pela Polícia Federal na Operação Sanguessuga (2006).
As sentenças (que variam de um a quatro anos de prisão, convertidas em prestação de serviços e multa) atingiram uma ex-funcionária dos empresários Darci e Luiz Antônio Vedoin, um contador, uma ex-assessora parlamentar e dois empresários.
Beneficiada pela "delação premiada" de prefeitos e deputados, Maria Estela da Silva teve a pena de três anos de prisão reduzida e convertida em prestação de serviços. A Folha procurou seu advogado, mas não obteve resposta.
A advogada do contador Bento José de Alencar disse que sua condenação foi feita sem provas e que já recorreu. O mesmo disse o advogado do empresário Aristótles Gomes Leal Neto. A Folha não localizou a ex-assessora Tereza Norma Rolim Félix e Manoel Vilela de Medeiros.
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