Justiça americana suspende licitação ganha pela Embraer


S.J. dos CamposSão Paulo - A concorrente da Embraer para o fornecimento de aviões militares para a Força Aérea dos Estados Unidos, a Hawker Beechcraft, conseguiu na Justiça federal norte-americana suspender a licitação que apontou a ex-estatal brasileira em parceria com a Sierra Nevada como as vencedoras da licitação.
A compra dos 20 turboélices SuperTucano, num contrato avaliado em US$ 355 milhões, foi suspensa até serem concluídas as averiguações judiciais. A empresa perdedora alega "ter faltado transparência da Força Aérea durante a competição".
Em comunicado, a Sierra Nevada Corporation afirma que continua confiante na solução do problema.
O governo dos Estados Unidos já suspendeu por tempo indeterminado a aquisição das aeronaves que serão produzidas em solo americano e depois enviadas para o Afeganistão, tanto para treinamento de pilotos como para ataques leves, além de apoio a ação de solo. Os aparelhos serão customizados conforme o clima local.
Essa é a primeira venda da Embraer para o sistema de defesa norte-americano. A ação judicial da Hawker Beechcraft já era esperada no meio aeronáutico, principalmente pela Força Aérea dos Estados Unidos e pela direção da Embraer Defesa e da parceira norte-americana.
As disputas na esfera da justiça começaram antes mesmo do anúncio oficial da vencedora, a Hawker se sentiu preterida a não ter uma avaliação mais minuciosa de seu avião, o AT-6. A compra total deverá chegar aos 55 aparelhos e pode chegar a casa dos US$ 2 bilhões. A montagem final dos aviões da Embraer será feita em Jacksonville, na Flórida, local onde se está construindo a fábrica nos EUA. Os primeiros aviões começam a ser entregues em 2013.

Aviação civil
A fabricante europeia Airbus bateu novamente a concorrente norte-americana Boeing ao registrar a entrega de 530 aviões em 2011, o teto do volume previsto para este ano e um novo recorde para a companhia. Enquanto isso a companhia dos Estados Unidos reportou a entrega de 477 aeronaves durante o ano passado. Uma das explicações para que a subsidiária da EADS, que possui uma participação no capital da Embraer, se mantenha à frente, está na demanda em países emergentes, mesmo com a crise.
Por sua vez, a norte-americana ressaltou que obteve contratos para 805 aeronaves no ano passado. Este número de pedidos levou a uma carteira de pedidos (backlog) de 3.771 aeronaves comerciais. De acordo com Jim Albaugh, presidente e CEO da divisão de aviões comerciais da Boeing, 2012 deverá ser dedicado a assegurar estabilidade no volume de produção modelo mais recente, o 787.


06/01/2012

Fonte: dci

 

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