Cobertura do imóvel está cedendo. Recuperação é aguardade desde 2006.
As paredes em enxaimel da Casa Fleith, na estrada do Pico, em Pirabeiraba, ainda resistem ao tempo, mas o telhado do imóvel tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) não teve a mesma força. Parte da estrutura da cobertura da residência centenária não aguentou a longa espera pela restauração e veio abaixo. As telhas que restaram continuam na eminência de queda, sem que o proprietário, o agricultor Osni Fleith, possa fazer nada.
A última esperança para a Casa Fleith é o edital de licitação que foi aberto pelo Iphan no dia 29 de novembro. As empresas poderão encaminhar as propostas orçamentárias até o dia 14, às 9h30. O edital prevê a restauração das estruturas, cobertura, fechamentos, esquadrias e ferragens, além de tratamentos e pintura da casa. O valor base estipulado para realização total da obra é de R$ 392.047,56. Vence a empresa que oferecer menor orçamento. Após a assinatura do contrato, o prazo de execução para a entrega da recuperação da Casa Fleith é de 240 dias.
Esse primeiro passo para a recuperação do imóvel é esperada desde 2006, quando o superintendente do Iphan na época, Dalmo Vieira Filho, prometeu o restauro imediato durante uma palestra em comemoração ao Dia Catarinense da Etnia Alemã.
A iniciativa do Iphan foi feita a partir de um acordo entre a Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e o instituto, para que o município fornecesse o projeto de restauração, enquanto a superintendência do Iphan do Estado o colocaria em prática. Segundo Raul Walter da Luz, coordenador de patrimônio da FCJ, os documentos foram entregues no primeiro semestre e, ao longo do ano, passaram por adequações para a abertura do edital.
— A Casa Fleith é um dos imóveis tombados que estão em pior situação em Joinville —, destaca Raul.
Enquanto isso, o herdeiro aguarda o tempo passar. Ele diz que faz um ano que os arquitetos fizeram a última visita ao imóvel e mais nenhuma informação foi passada. Osni abandonou a casa há cerca de 20 anos, levando a mulher e o filho, mas as terras em torno do patrimônio ainda são usadas no plantio de milho, aipim e batata-doce. Por conta própria, seu Osni não poderia arcar com as despesas da restauração.
06/12/2011
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