O diretor da 12ª Regional de Saúde, Armando Cerci Júnior, informou ontem que foi aberto o processo licitatório para a construção do Hemonúcleo de Umuarama. O primeiro envelope, de qualificação das empresas que disputam a licitação, foi aberto no último dia 24. As empresas habilitadas enviaram os envelopes para a segunda fase do processo, que na próxima sexta-feira (9) vai definir qual empresa executará a obra.
"Nós vamos ter que aguardar apenas o prazo legal, caso alguma empresa perdedora queira recorrer da licitação. Quando o resultado for homologado, a empresa contratada terá 7 meses de prazo para executar a obra", informou Cerci Jr. O início da construção está previsto para fevereiro de 2006.
A obra compreende 775,27m² de área construída. O prédio terá dois pisos e está orçado em R$ 815 mil. Os recursos são do Tesouro do Estado e já estão liberados à disposição da empresa que vencer a licitação. O Hemonúcleo de Umuarama vai ser erguido no terreno que hoje é utilizado como estacionamento da unidade transfusional local, na esquina das avenidas Manaus com Rio Branco e a rua Desembargador Lauro Lopes, no Centro Cívico.
A obra encerra um longo período de reivindicações das lideranças de Umuarama e região, na área de saúde. "Com o Hemonúcleo, que mostra a sensibilidade do governo do Estado para com a nossa cidade e região, Umuarama dará um salto enorme no atendimento à população, principalmente nos procedimentos de alta complexidade, abrindo leque inclusive para cirurgias cardíacas", adiantou Cerci Jr.
Segundo o chefe da 12ª RS, a unidade transfusional de Umuarama funciona em precárias condições de infra-estrutura. "Falta espaço e equipamentos, além do prédio velho e já sem condições de ser melhorado. A unidade funciona bem graças à dedicação heróica do seu corpo técnico bem qualificado, competente e eficaz", avalia.
Auto-suficiência
Com o Hemonúcleo, Umuarama terá à disposição sangue para transfusões e o fracionamento de todos os hemoderivados, como por exemplo as plaquetas. Esse material hoje vem de outros centros, como Londrina, Maringá, Cascavel e Curitiba. "Isso é condição necessária para que a área de saúde volte a se desenvolver na cidade", lembra o chefe da Divisão de Assistência à Saúde (DAS), Nilson Manduca, da 12ª RS.
Quando estiver operando, o Hemonúcleo também vai permitir a auto-suficiência nas transfusões de sangue. Atualmente a cidade precisa recorrer a outros centros quando a demanda não é suprida com as doações, realizadas sempre às segundas, terças e quartas-feiras, na parte da manhã. "A unidade transfusional também realiza coletas em municípios da região e conta com parcerias importantes, como a Universidade Paranaense (Unipar), empresas locais, clubes de serviço e estabelecimentos de ensino, que sempre aderem às campanhas", completa Manduca.
07/12/2005
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