As polícias Civil e Militar de Mato Grosso do Sul e o Corpo de Bombeiros estão a poucos meses de, enfim, depois de 30 anos da criação do Estado, usarem um helicóptero próprio em uma operação. Há duas semanas que o Grupamento de Transporte Aéreo da Polícia Militar (GTA) abriga o helicóptero apreendido com o empresário colombiano Gustavo Duran Bautista, preso em 18 de agosto deste ano em Salto no Uruguai, com 500 quilos de cocaína, e suspeito de envolvimento com o Cartel Vale do Norte, que tem entre seus comandantes o traficante Juan Carlos Ramírez Abadía.
Para que a aeronave modelo 206 B III, fabricada em 1991, também conhecida como Jet Ranger e que está avaliada em US$ 700 mil comece a funcionar, é necessário que o Governo do Estado faça um seguro de seu casco.
Segundo o secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini, uma licitação será aberta nos próximos dias para a contratação da seguradora. Para que as polícias de Mato Grosso do Sul possam usar o helicóptero, a administração ainda terá de desenbolsar entre R$ 100 mil e R$ 200 mil pela apólice de seguro.
O pagamento do seguro, contudo, ainda não é o único obstáculo para que o helicóptero entre em funcionamento. O Governo do Estado também deve estar preparado para um aumento de custos, principalmente de manutenção e abastecimento.
Levamentamento realizado junto a empresas de táxi aéreo e aviação comercial de São Paulo dão conta de que a hora de vôo de um Bell Jet Ranger pode custar de R$ 500 a R$ 1 mil. Valor semelhante é gasto para manter o helicóptero sem funcionar, repondo peças e fazendo revisões.
Apesar do custo elevado, a a PM e a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), consideram que o ganho operacional proporcionado pelo helicóptero – que pode usado em situações extremas de conflito e salvamento – compensa o seu custo elevado. A (Sejusp) também pode enfrentar problemas de treinamento e de pessoal para operar o helicóptero. No GTA há vários pilotos habilitados para comandar aviões, mais existe somente um treinado para operar helicópteros em operações policiais e de salvamento. Nos períodos de folga ou férias deste único policial habilitado, a aeronave poderia ficar parada.
O helicóptero já está registrado na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em nome da "Administração Direta Estadual" de Mato Grosso do Sul. O Estado aparece na condição de fiel depositário, e é por causa desta situação, não deverá receber nova pintura ou colocação de emblemas da Sejusp ou das polícias estaduais.
11/11/2007
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