A presidente Dilma Rousseff elevou a margem de preferência para compras do governo de produtos têxteis nacionais (confecções, calçados e artefatos) de 8% para 20%, segundo decreto publicado nesta sexta-feira (15) no Diário Oficial da União.
Isso significa que, quando o governo for abrir licitação para comprar esses produtos, os que forem fabricados no Brasil poderão custar até 20% mais do que o seu equivalente estrangeiro e mesmo assim terá preferência na compra.
Os 20% serão calculados em cima do preço mais baixo encontrado entre os produtos estrangeiros.
De acordo com o decreto, além de vestuários e acessórios, os produtos que tiveram sua margem alterada são principalmente os usados pelo exército: mosquiteiros para beliche, calçados com sola exterior de borracha, boné de algodão, boina militar, mochilas de média e grande capacidade e sacos de dormir, entre outros.
Calçados para esporte também estão na lista.
A mudança vinha sendo defendida por associações do setor como a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), como forma de defender o mercado nacional principalmente dos têxteis vindos da Ásia. A entidade requisitava que a margem fosse alterada para o máximo permitido pela legislação, que é 25%.
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