Contas apertadas e o velho desafio de superar a dependência econômica da Zona Franca de Manaus marcam a reta final do governo de Omar Aziz (PSD) no Amazonas.
À frente do Estado desde março de 2010, Aziz chegou a congelar as compras do governo neste mês, diante de um deficit nas contas que já supera R$ 1 bilhão.
A oposição aponta "descontrole" na gestão: "Há um desequilíbrio perigoso", diz o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB).
O governo reconhece a "luz amarela" e atribui o cenário à queda nas transferências federais, mas nega prejuízo ao cidadão. "Serviços essenciais continuam sendo prioritários", afirma o secretário da Fazenda, Afonso Lobo.
Os gastos com o custeio da máquina pública também avançaram 24,5% desde 2011, e o Estado já estourou o limite com essas despesas - que consomem 49,4% da receita.
Para o titular da Fazenda, esse aumento no custeio reflete aportes em setores como segurança, saúde e educação.
Os gastos em segurança cresceram 24% desde 2011 e trouxeram indicadores positivos em crimes como homicídios dolosos (queda de 3,5% de 2011 para 2012) e latrocínios (queda de 8,3%).
Já as obras de mobilidade prometidas para a Copa do Mundo --Manaus será sede-- não saíram do papel. Os principais projetos, monotrilho e BRT (ônibus rápido), foram adiados. "O financiamento não foi liberado pela Caixa", justifica Lobo.
17/11/2013
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