O governo federal decidiu cancelar a licitação para comprar 150 mil laptops que seriam usados por alunos de escolas públicas. O preço mínimo obtido nos dois pregões, de US$ 360 (cerca de R$ 650), ficou muito acima dos US$ 100 (cerca de R$ 180) que se pretendia pagar inicialmente.
Depois de duas tentativas de acordo com as empresas de reduzir os preços, sem sucesso, o ministro da Educação, Fernando Haddad, comunicou ao Palácio do Planalto que a compra deveria ser suspensa.
Uma outra licitação poderá ser aberta este ano. A primeira licitação foi feita no início de dezembro do ano passado. No dia 20 daquele mês, o governo abriu novamente o pregão, mas os concorrentes se recusaram a baixar ainda mais os preços. O mais baixo, oferecido pela Positivo, era de R$ 654.
O governo gastaria R$ 98 milhões para comprar os 150 mil computadores. O Ministério da Educação ainda tentou negociar diretamente com a Positivo para reduzir os preços, mas não teve sucesso.
De acordo com informações obtidas pelo Estado, houve pressão dos fabricantes para o governo aceitar o preço oferecido nos pregões de qualquer forma, esperando que a compra fosse ser feita de qualquer maneira. No entanto, não há recursos previstos para pagar mais de três vezes o valor previsto.
02/02/2008
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