O Distrito Federal deverá ganhar 900 novos ônibus. A Secretaria de Transportes decidiu licitar cerca de um terço da frota de ônibus urbano que seria a consequência direta do rompimento do GDF com o consórcio Brastram, contratado pela Companhia Metropolitana do Distrito Federal para executar as obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). O GDF estuda com a Procuradoria geral do governo as consequências jurídicas de um possível rompimento do contrato.
A construção do veículo VLT está suspensa. O juiz José Eustáquio de Castro Teixeira, da 7ª Vara de Fazenda Pública do DF, decidiu paralisar a obra devido a suspeitas de irregularidades na licitação para o projeto básico do empreendimento. Em ação civil pública, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apontou fraude na concorrência promovida em 2007 pelo Metrô. A decisão sobre o futuro do VLT deve ser tomada em 15 dias, conforme adiantou Vazquez.
O impasse envolvendo a construção do VLT foi tratado em uma reunião na tarde de ontem entre o secretário de Transportes, José Walter Vazquez Filho, e os advogados do GDF. Segundo ele, existem “contaminações” que dificilmente permitiriam a continuidade do projeto.
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