A ordem dentro do governo é não promover nenhuma licitação para exploração das reservas de petróleo dos campos de Tupi e Júpiter até que a Polícia Federal esclareça o furto dos computadores da Petrobras.
As licitações das duas áreas já estavam suspensas desde que a Petrobras divulgou suas descobertas de um megacampo de petróleo na camada pré-sal naquela região. Vão continuar na gaveta até a conclusão das investigações.
O temor dentro do governo é que os dados dos computadores, que podem conter informações sigilosas sobre localização e extensão dos poços de Tupi e Júpiter, caiam nas mãos de empresas interessadas em explorá-los. Isso poderia conferir vantagem para essas empresas no processo de licitação.
Na época, o governo suspendeu as licitações para reavaliar as regras da concessão das áreas, já que o potencial de exploração era muito maior do que o imaginado inicialmente. O objetivo é adotar mecanismos que permitam ao governo ficar com parte da produção do petróleo explorado ou o equivalente em faturamento.
O presidente Lula, que já sabia do furto, não quis comentar o assunto e afirmou que se "informaria melhor". Ontem, Lula e Dilma conversaram sobre o assunto com o presidente da estatal, José Sergio Gabrielli.
O ministro Edison Lobão (Minas e Energia) também trocou telefonemas com Gabrielli, que ficou responsável de tomar as medidas para tentar reaver os computadores.
15/02/2008
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