A Bolívia está longe de viabilizar o contrato de exportação de 27,7 milhões de metros cúbicos de gás por dia para a Argentina. Esse contrato, de 20 anos, assinado em 2006 pelos presidentes Evo Morales e Néstor Kirchner, teve o preço do gás fixado em US$ 5 por milhão de BTU e tem sido usado pela Bolívia como parâmetro na negociação com a Petrobras para aumentar o preço para o Brasil.
Licitação encerrada nesta semana, a primeira tentativa do governo boliviano de elevar a produção de gás no país, resultou em fracasso. A estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) não obteve ofertas de gás suficientes para atender o contrato com a Argentina e fará nova concorrência em 180 dias.
As petroleiras que exploram as maiores reservas de gás da Bolívia, entre elas Petrobras, Repsol, BG e Total, ficaram de fora da convocação para assinatura dos contratos. Foram aprovadas propostas de quatro empresas que se propuseram a elevar a produção de gás em 19 campos até 2026: Chaco, Vintage Petroleum, Pluspetrol e Won.
26/01/2007
10/04/2026
CASAN lança licitação para ampliar Sistema de Esgoto de Canoinhas
Com o objetivo de ampliar a coleta e tratamento de...10/04/2026
Edital prevê R$ 53 mil em equipamentos para Farmácia Viva
A Fapec lançou edital para compra de equipamentos ...10/04/2026
Prefeito Augusto Castro autoriza licitação para restauração e revitalização da ponte de pedestres..
A Prefeitura de Itabuna autorizou a abertura de li...10/04/2026
Prefeitura de Leme abre licitação para construção de estacionamento do novo Ginásio de Esportes..
A Prefeitura do Município de Leme, por meio da Sec...