O "Diário Oficial da União" deve publicar nesta terça-feira o cancelamento do contrato de R$ 365 milhões sem licitação da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) com a empresa portuguesa Alert, para a compra de software de informação sobre saúde.
O software pretende integrar dados da rede pública e criar prontuários eletrônicos para os pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde).
O cancelamento foi determinado na sexta-feira (9) pelo presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, depois de o contrato sofrer uma auditoria interna da Fiocruz.
A auditoria foi realizada após reportagem da Folha mostrar que a Alert foi contratada sem licitação.
O negócio milionário chamou atenção porque pelo menos outras duas empresas nacionais, a MV Sistemas e a Totvs, oferecem serviços semelhantes à portuguesa Alert.
O Datasus, empresa de dados do Ministério da Saúde, também fornece serviços de gestão de dados. O próprio SUS tem um sistema público e gratuito, desenvolvido pelo Datasus, com funções semelhantes.
"Novo processo para a transferência de tecnologia será aberto nos próximos dias, incluindo a prospecção de empresas interessadas na parceria com a Fiocruz", informou o comunicado da fundação que confirmou o cancelamento do contrato, suspenso para a realização da auditoria.
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