Estado gasta R$ 470 mil em reforma de escola que não suporta um mês


A qualidade das reformas das escolas da rede estadual de Mato Grosso está se tornando literalmente um “caso de polícia” diante da péssima qualidade dos materiais e prestação de serviços executados pelas empreiteiras. A última denúncia contra reforma de colégio partiu na noite desta ontem pelo deputado estadual Nilson Santos (PMDB).
Ao utilizar a tribuna da Assembleia Legislativa, o parlamentar peemedebista apresentou fotos da escola estadual Antônio Paes de Barros, em Colíder, totalmente invadida pelas águas das chuvas. O mais intrigante de tudo é que entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010, a secretaria estadual de Saúde, comandada pelo deputado estadual licenciado Saguás Moraes (PT), desembolsou cerca de R$ 470 mil com a reforma do prédio da unidade educacional.
Revoltado com a situação, o parlamentar peemedebista decidiu encaminhar ao secretário Saguás Moraes exigindo informações sobre o convênio feito entre a Seduc e a prefeitura de Colíder para a reforma da unidade. “Quero saber como foi feito tudo, pois não podemos tolerar uma situação desta”, assinalou.
Por diversas vezes, o Tribunal de Contas do Estado já multou o secretário Saguás Moraes por problemas nos convênios feitos entre a Seduc e prefeituras, principalmente relacionados as reformas de unidades escolares. Nesta semana, o secretário foi multado, juntamente com o prefeito de Primavera do Leste, Getúlio Viana (DEM), justamente por falhas num convênio feito em 2008.
Esclarecimentos
Sobre a nota divulgada nesta terça-feira, 03/03, neste site, sobre a obra na Escola Antônio Paes de Barros, em Colíder, a Seduc esclarece que:
1. O deputado licenciado Ságuas Moraes é secretário de Educação e não de Saúde, como escrito na matéria;
2. A reforma da escola Antônio Paes de Barros resulta de um convênio com a prefeitura e esta é a responsável pela reforma;
3. A reforma não foi completamente concluída, o que ocorreu foi um recebimento provisório a fim de garantir o início do ano letivo;
4. Por não ter sido cem por cento concluída, há ajustes a serem feitos, como no caso do barracão construído entre os dois pavilhões. Ressaltamos que o “alagamento” referido na matéria ocorreu neste barracão e não na escola toda;
5. A empresa construtora da obra já foi notificada para fazer as correções necessárias a fim de evitar problemas futuros;
6. A Seduc não repassou o valor total da reforma, isso só vai ocorrer no momento da entrega definitiva da obra. Este saldo a pagar é de R$ 47 mil;
7. Na próxima segunda-feira um fiscal da Seduc vai visitar a escola para conferir os detalhes da reforma;
8. Esclarecemos que ao contrário da informação veiculada na matéria em questão, o secretário de Educação não foi multado várias vezes por problemas em convênios, mas somente uma vez por falha técnica ocorrida em uma licitação no município de Primavera do Leste.
Atenciosamente,
Assessoria de Imprensa Seduc-MT


04/03/2010

Fonte: O Documento

 

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