Um relatório divulgado, nesta quinta-feira, pela Controladoria Geral da União (CGU), acusa o Estado de usar quase R$ 2 milhões para a compra de merenda escolar sem licitação, e que as empresas que receberam o montante seriam fantasmas.
Outra irregularidade apontada pelos auditores foi a não utilização de quase 19 mil livros didáticos. Segundo a Controladoria, mais de 8 mil exemplares estão estocados há mais de dois anos nos galpões da Secretaria Executiva de Educação. Ainda de acordo com o relatório, o atraso nas obras do Aeroporto Internacional fez aumentar os gastos em mais de 400%.
O secretário de Infra-Estrutura, Fernando de Souza está reunido em Brasília com a Infraero, discutindo sobre o atraso na obra do aeroporto. Ele disse que só após a reunião poderá falar sobre o assunto.
A Assessoria de Comunicação da Secretaria de Educação informou que a aquisição da merenda sem licitação foi uma compra emergencial para não começar o ano letivo sem merenda, e que em 2003 as empresas apresentavam cadastro no Siafem.
Sobre os livros, a assessoria disse se tratar de uma reserva técnica normal, e que isso ocorre freqüentemente. O relatório pode ser consultado no endereço eletrônico da CGU: www.cgu.gov.br
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