Licitação para Construção de uma das Maiores Hidrelétricas do Mundo Está Marcada para o Dia 20.
Uma das maiores e mais polêmicas obras no país, o projeto da usina Belo Monte ainda está travado. Em mais um capítulo, o grupo Queiroz Galvão e as construtoras OAS e Serveng anunciaram ontem o interesse em participar da licitação da usina Belo Monte, no Pará.
O leilão para construir a hidrelétrica na bacia do Rio Xingu está marcado para o dia 20. As empresas ainda estariam negociando a participação. O único consórcio já conhecido oficialmente é o da Andrade Gutierrez, em parceria com a Vale, a Neoenergia e a Votorantim.
Por meio de assessoria de imprensa, o Queiroz Galvão informou que se cadastrou na chamada pública da Eletrobras para a formação de parcerias, mas não confirmou se faz parte de algum consórcio no projeto. Segundo a Agência Estado, o Queiroz Galvão deverá integrar um grupo formado por OAS, Bertin e Alusa. A Eletrobras deverá entrar no negócio com participação de até 49% – no caso, por meio da Eletronorte e da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf).
A usina deverá ser a terceira maior do mundo. O preço inicial da tarifa para a energia gerada em Belo Monte foi previsto em R$ 68 por megawatt hora (MWh) e depois aumentado para R$ 83. Na quinta-feira, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, disse que diversas companhias pequenas estão interessadas em se unir e, apoiadas pela Eletrobras, apresentar-se para disputar a licitação. Para incentivar a disputa e evitar que somente um consórcio apareça no leilão, o governo federal cogitou convocar os grandes fundos de pensão estatais.
Apelo a fundos de pensão poderá não funcionar
Mas a ação esbarra em impedimentos regulatórios e econômico-financeiros dessas fundações. Com patrimônio na casa dos R$ 140 bilhões, a Previ, por exemplo, está, pela regulação brasileira, superexposta no setor de energia, com participações acionárias de peso na CPFL e a Neoenergia, geradoras e distribuidoras de eletricidade.
Por isso, o fundo de pensão só poderia atender ao apelo do governo por meio de empresas nas quais participa do controle. O problema é que a Previ já está presente – por meio de suas controladas Vale e Neoenergia – no único consórcio formalizado até o momento, encabeçado pela construtora Andrade Gutierrez.
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